“acho uma coisa cândida conversar com as águas”

O livro é uma homenagem do poeta Manoel de Barros ao amigo Bernardo.

O livro não é bem um livro, é um objeto, um brinquedo, um origami.

O livro encanta com os instantâneos poéticos, quase haicais.

Poesia assim, como um pedacinho de palha na boca que nos deixa a mastigar metáforas.

É. Simples.

Imperdível.

Escritos em verbal de ave.

capa

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